quarta-feira, 31 de agosto de 2011

VÍDEO: MARCHA DA JORNADA NACIONAL DE LUTAS

Movimentos populares, sindicatos, trabalhadores, estudantes e o PSTU atenderam o chamado da CSP-CONLUTAS e realizaram uma grande manifestação na capital federal. Assistam algumas palavras de ordem que ecoaram na marcha.


Gravação e Edição: Wilson Leite

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Marcha em Brasília reúne 20 mil e supera expectativas


Movimentos sociais cobram mudanças na política econômica, investimentos em saúde, educação e reforma agrária.


A Marcha em Brasília, atividade convocada pela Jornada Nacional de Lutas, superou as expectativas e foi uma vitória do movimento dos trabalhadores organizados. Reuniu cerca de 20 mil lutadores que percorreram as ruas do centro da capital federal com faixas, bandeiras tremulando, bonecos, as mais diversas palavras de ordem e, o mais importante, muita disposição de luta. Do estádio Mané Garrinha até o Congresso Nacional. Foram quase 5 km a pé depois de tantas horas de viagens de ônibus, com caravanas vindas dos mais diferentes pontos do país.
Os que estavam no caminhão de som comentavam que era impossível enxergar o final da marcha, cujo início ocorreu por volta das 10h e teve seu encerramento às 13h30.

Por algumas horas Brasília se tornou palco da vanguarda dos trabalhadores e categorias em luta desse país. Entre eles, metalúrgicos, petroleiros, professores universitários, trabalhadores dos Correios, profissionais da Educação, professores do Estado e do Município, servidores públicos federais, mineradores, bancários, rodoviários, estudantes, além de integrantes de movimentos populares do campo e da cidade, aposentados, movimentos contra a opressão da mulher, dos negros e negras e dos homossexuais.




O dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Sebastião Carlos, o Cacau, entende que a presença das diversas forças do movimento foi fundamental para o sucesso da atividade. “Ali em Brasília estavam movimentos que vêm lutando no país e a CSP-Conlutas teve um peso fundamental, por meio de suas categorias e movimentos organizados, para colocar 20 mil trabalhadores e estudantes em Brasília”.




Compareceram ao ato e pediram a palavra o coordenador da FUP (Federação Única dos Petroleiros), João Antônio de Moraes, e também o secretário geral da CUT, Quintino Severo, num reconhecimento da importância da mobilização para enfrentar os planos do governo e construir a unidade de nossa classe em defesa dos direitos.


Após o encerramento do ato pelo dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, os estudantes e professores se dirigiram para o MEC (Ministério da Educação); a Via Campesina foi para o Ministério das Comunicações e o MTL realizou manifestação no MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário).

Os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) foram para o Ministério do Esporte, ocupando o local com cerca de 1,2 mil pessoas. Cobraram providências contra os despejos e remoções que vêm ocorrendo por conta da Copa e Olímpiadas, conforme já havia denunciado um de seus dirigentes e membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Guilherme Boulos.

Categorias em campanha salarial e outros setores em luta promoveram atividades específicas por suas pautas de reivindicações. Às 15h aconteceu uma plenária pelos 10% do PIB para a Educação Pública, já!, convocada por todo o ato e reforçada pelo convite da presidente do Andes-SN e integrante da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Marina Barbosa.
Audiências – Desde a manhã de quarta-feira ocorreram diversas audiências com o governo e órgãos públicos. Essa foi uma mostra de que o governo foi obrigado a reconhecer a força do movimento.

Às 11h houve audiência com o secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Às 11h30 foi a vez de representantes da marcha se encontrarem com o presidente da Câmara Federal, Marco Maia. Na parte da tarde houve audiências de professores e estudantes da Anel com o ministro da Educação, Fernando Haddad, e do MTST com o ministro do Esporte, Orlando Silva, para tratar dos despejos e remoções por conta da Copa e das Olímpiadas. Às 19h foi a última audiência do dia. Desta vez com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Aires Brito, para tratar de interdito proibitório e as indenizações de aviso prévio.




De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, a presença diversificada de categorias em luta mostrou que é possível organizar mobilizações unitárias que denunciem e apresentem alternativas à política do governo Dilma Rousseff. “É preciso que o governo deixe de governar para empresários, banqueiros e empreiteiros e atenda aos interesses dos trabalhadores do país, direcionando verbas para saúde, educação e transporte públicos, verbas para a reforma agrária”.

O protesto também exigiu o fim da corrupção no governo, a prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores.

A luta continua – Segundo um dos membros da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Zé Maria de Almeida, haverá continuidade dessa iniciativa. “Nas próximas semanas as entidades e organizações que promoveram a Jornada Nacional de Lutas devem se reunir e discutir os próximos passos de uma luta unificada”, disse.

Para Zé Maria, a continuidade dessa mobilização é fundamental. Afinal, o governo não distribui os bônus do crescimento econômico para os trabalhadores. Agora, Dilma diz que o país vai enfrentar a crise, mas para isso é necessário diminuir o investimento nos serviços públicos, como saúde, educação, reduzir direitos e benefícios dos trabalhadores. Lembrou ainda que esse tipo de política está levando trabalhadores do mundo todo a se levantarem. “Basta olhar para a Europa e agora mesmo para o Chile que realiza uma greve geral de 48 horas”.

A marcha em Brasília foi o ponto alto da Jornada Nacional de Lutas, que teve início no dia 17 e vai até sexta-feira, dia 26. Passeatas, paralisações, assembléias, ocupações de terrenos e de terras e outras atividades em diversas categorias marcaram a Jornada.



A Jornada Nacional de Lutas foi organizada pela CSP-Conlutas e diversas entidades, entre elas o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, COBAP – Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Via Campesina, MTL – Movimento Terra, Trabalho e Liberdade, Resistência Urbana, Intersindical, CNESF – Coordenação Nacional das Entidades dos Servidores Federais, CONDSEF – Confederação Nacional dos Servidores Federais, ANDES – Sindicato Nacional, FENASPS – Federação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social, SINASEFE – Nacional, ASSIBGE – Sindicato Nacional, CPERS – Sindicato, ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre e várias outras entidades de base de vários estados do país.


As bandeiras da Jornada Nacional de Lutas:
- Defesa da aposentadoria e da previdência pública / fim do Fator previdenciário;
- Aumento geral dos salários;
- Redução da Jornada de trabalho sem redução salarial;
- Contra os cortes do orçamento / defesa do serviço público e dos direitos sociais do povo brasileiro / Combate à corrupção;
- Suspensão do pagamento da dívida externa e interna aos grandes especuladores;
- Em defesa da educação e da saúde pública;
- Em defesa dos servidores públicos;
- Em defesa do direito à moradia digna / Terra para quem nela trabalha, reforma agrária já;
- Nenhum direito a menos / Contra a terceirização e a precarização do trabalho;
- Contra as privatizações / Defesa do patrimônio e dos recursos naturais do Brasil;
- Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais;
- Contra o novo Código Florestal / Em defesa do meio ambiente;
- Contra toda forma de discriminação e opressão.

Redação CSP-Conlutas
Foto: Diego Cruz


terça-feira, 23 de agosto de 2011

CSP-CONLUTAS REALIZA JORNADA NACIONAL DE LUTAS

Há algumas horas partirá do aeroporto de São Luis uma Caravana com mais de 80 militantes entre sindicalistas, estudantes e do movimento popular rumo à Brasília para a Manifestação, no dia 24 de agosto, de reivindicação por uma fatia maior do “bolo” para os trabalhadores. Garantindo assim mais recursos para saúde e educação principalmente.

Também farei parte dessa caravana, onde ainda hoje, será lançada, no distrito federal, a campanha pelos 10% do PIB para a educação já. Tentarei, dentro das limitações tecnológicas, produzir vídeos e captar imagens desse importante ato.


Mais informações no site CPS-CONLUTAS

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COMO EXPLICAR O “BOOM” DE IMPERATRIZ?

Isso não é tão difícil assim. O Brasil devido há vários anos de sucateamento em infra-instrutora e, ainda não sofre mais diretamente os feitos da crise mundial, com a manutenção do investimento do capital internacional “graças” a velha fórmula de garantir aos investidores juros não visto em nenhuma outra parte do planeta. Somando-se a isso a aplicação do receituário do FMI alcançando a cada mês mais superávit primário fruto do arrocho salarial dos servidores públicos e cada vez mais fechando o cerco sobre os aposentados e os trabalhadores assalariados.

Imperatriz faz parte de um contexto macroeconômico, com as mesmas características nacionais, e o que vemos em alguns setores da economia é um fôlego passado tantos anos de uma estagnação do desenvolvimento de forças produtivas.

A fórmula abaixo demonstra com o capital se reproduz nessas condições, os capitalistas conseguem o capital, muitas das vezes em bancos públicos com juros “subsidiados”, esses capitalistas implantam suas fábricas(industrias) e no processo de produção de mercadoria vai extraindo a mais-valia(riqueza) produzida pelos trabalhadores dessas fábricas. E assim o ciclo recomeça uma espiral, quase que infinita.






A espiral só não é infinita porque o capitalismo tem uma falha natural. Em vários momentos esse sistema se depara em crises, que a cada dia, que o período temporal se torna mais curto e com uma intensidade cada vez maior. Muitos meios de comunicação falam e recessão, para esclarecer o que seria isso basta saber que na prática é uma superprodução de mercadorias e um baixo consumo tornando essa espiral cada vez mais lenta, e, isso não é bom, pois os capitalistas só ficarão mais ricos se essa produção resultante do dinheiro investido que resultou nas mercadorias graças ao trabalho excedente do homem resulte na mais-valia expropriada do trabalhador pelo patrão, produzindo assim, cada vez mais lucro.





A fórmula acima, D-M-D’, é uma das contribuições mais importantes deixada por Karl Marx aos comunistas, pois ela desvenda com exatidão o nível de exploração do homem pelo homem-capitalista, incumbindo a nós, homens conscientes da barbárie na qual o capitalismo nos leva, a permanente tarefa de combate mostrando aos trabalhadores a necessidade de uma revolução no regime de produção, o Socialismo.

domingo, 21 de agosto de 2011

DENÚNCIA*: CAPS APENAS NO NOME, INCOMPETENCIA NEPOTISTA

No final do ano de 2010, foi aberto o edital do "Consultório de Rua", logo em seguida foi formada uma equipe de três pessoas do CAPS/AD Girassol para fazerem o projeto a ser enviado a Ministério de Saúde.


O projeto foi feito e enviado ao MS., sendo o mesmo aprovado e depositado o valor de 150.000,00 na conta da prefeitura Municipal de Imperatriz – MA desde o início do ano de 2011.
Até mês de Julho/2011 não houve nenhum interesse por parte da secretária de saúde em colocar em prática o projeto já aprovado pelo MS e financiado pelo mesmo.


O MS deu o prazo final até o dia 07/07 para a execução do projeto, caso contrário a verba seria estornada.


Faltando 27 dias para perdermos a verba, fomos uma comissão ao aeroporto recepcionar o prefeito Sebastião Madeira e por a par que estava ocorrendo e o mesmo não tinha conhecimento do projeto e da verba, confirmado no ato pela secretária.


O próprio prefeito agilizou para que o projeto saísse do papel e dando carta branca a direção para execução.


O mais grave nesta história é que a Secretária de Saúde Dra. Conceição exonerou a Dra. Gizele em represália por ter a mesma juntamente com uma comissão ter procurado o prefeito e relatar o que estava acontecendo.


O atendimento atualmente no CAPS/AD está completamente comprometido pelo descaso que a Secretaria de Saúde vem dispensando a esta entidade.


Já estamos com várias semanas sem alimentação o que ocorreu por diversas vezes na administração do Prefeito Madeira, o que torna inviável um atendimento dos usuários que fazem tratamento para recuperação de dependência química.


Há várias semanas que a vã não tem circulado por falta de combustível pelo motivo que a prefeitura não paga o fornecedor.


Desde o dia que a atual administração tomou posse jamais recebemos matérias para as oficinas de arte terapia, inviabilizando os grupos, por diversas vezes eu comprei material com meu dinheiro porque não há presença da administração municipal.


No caso de alimentação vários funcionários quando não trouxeram de casa alimentação para os usuários, fizeram vaquinhas para comprar e os próprios usuários já fizeram vaquinhas para comprar e trouxeram de casa.


Estamos com dois meses de salários atrasados e cinco meses de gratificação atrasada.
Os funcionários jamais se manifestaram em protesto sobre o descaso da Secretaria de Saúde por medo de represália, nisto a Secretaria de Saúde é ótima.


Contudo cabe lembrar que toda essa situação não for resolvida, o funcionamento do CAPS/AD um sério risco de não mais existir.


Hoje a saúde menta de Imperatriz – MA é um caos total, devendo ser por incompetência e ausência da secretaria municipal de saúde.


O funcionamento do CAPS/AD está comprometido não é devido à administração anterior ou atual desta instituição, toda e qualquer responsabilidade do entrave e aniquilamento do AD, deve-se a má ou a incompetência dos responsáveis da saúde sediada na SMS.


Seria de interesse da competência e dos que usam o serviço de saúde mental se, os vereadores deixassem de serem bajuladores e cumprissem seu papel de fiscalização e abrissem uma CPI para analisar de forma independente o que realmente está acontecendo na saúde mental, até o porque esta situação veio a existir graças a posse da nova administração municipal atual.


A câmara municipal de Imperatriz é co-responsável por fazerem vistas grossas a esta situação e verem apenas asfalto como se fosse a solução de Imperatriz.


Fica apenas um questionamento: Sendo apenas CAPS/AD a Secretaria de Saúde tem mostrado incompetência para gerir, quando o mesmo passar a ser CAPS III, como ficará a situação?


*Denúncia recebida em nosso email e publicada sem alteração.

domingo, 14 de agosto de 2011

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu neste sábado, Davi Barros, membro da direção estadual do Sindicato dos Bancários do Maranhão. Davi foi vitima de um infarto fulminante; O corpo do sindicalista está sendo velado na sede do Sindicato em São Luis durante toda a manhã deste domingos.

Deixamos aqui nossos sentimentos à família, amigos e militantes sindicais pela perca de um companheiro valoroso.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE

Jovens de Curitiba-PR é um fenômeno na internet ao produzirem um vídeo clip que mistura simplicidade, criatividade, qualidade além do talento musical no estilo da melhor MPB. Vale à pena conferir: "A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE"




quarta-feira, 10 de agosto de 2011

MOBILIZAÇÃO SINDICAL E SOCIAL EM AGOSTO

Reuniram-se no Sindicato dos Bancários, 09 de agosto, representantes de entidades estudantil, sindical e social que formam a CSP-CONLUTAS no maranhão para discutir a participação do Estado na jornada de lutas nacional, que vai de 17 a 25 de agosto.

A jornada nacional de lutas puxada pela CSP-CONLUTAS visa unificar a pauta de reivindicações e apoiar as pautas especificas de cada categoria contra a ordem dada por Dilma Rousself ao Congresso para não aprovarem várias reivindicações dos trabalhadores que lutam para terem direito a reajustes de salários congelados desde o governo Lula.

Vários sindicatos do Maranhão deverão enviar militantes para participarem de plenárias e da passeata no dia 24 de agosto em Brasília.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

CAC DEBATE CRISE DO CAPITALISMO

Reunidos em 13 de julho de 2011 em São Luis os membros do Coletívo Ação Comunista debateram sobre o aumento da inflação no Brasil e a crise financeira encabeçado pelos Estados Unidos. O professor e economista, Saturnino Moreira faz uma breve esplação sobre os pontos.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A CRISE DO CAPITALISMO AGORA É CLASSIFICADA COMO ESTRUTURAL

Estamos ouvindo há vários meses insistentes notícias sobre a crise nos países europeus e principalmente do “motor” do capitalismo no mundo, os Estados Unidos. O pessimismo do acontecimento de um “novo 29” - grande depressão econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial - vem mexendo com os ânimos de capitalistas por tudo o mundo.

Economistas a serviço dos interesses capitalistas não escondem que a crise chegou ao ponto de ser uma crise estrutural, ou seja, há necessidade urgente de uma reforma radical dos mercados, principalmente, na área financeira mundial onde os países desenvolvidos alcançam um endividamento publico de sua economia ao ponto que a elevação dos tetos de endividamento já não é uma medida que traga resultados.

Nos Estados Unidos, a medida de elevação do teto de sua divida – usada também como uma carta política - deixou exposto a superficialidade da economia imperialista frente ao nível de superprodução mundial. Uma terceira guerra mundial não pode ser usado como um “analgésico” como foi a Segunda Guerra e é isso que os deixam ainda mais pessimistas com o cenário a curto e longo prazo.

Com a recessão já instalada nos Estados Unidos e a impossibilidade de novos conflitos armados que necessitaria de fábricas e matéria prima como ferro para produção de armamento bélico, a única saída dos Estados Unidos será ordenar às suas empresas que estão instaladas por todo o mundo que retorne ao seu território, mesmo que isso signifique o caos a países emergentes que tinham esse capital como financiador do seu desenvolvimento.

Uma crise dos países emergentes - com o fechamento de unidades de produção estrangeiras – não tem a mesma repercussão negativa do que está tendo nos Estados Unidos, portanto, proteger o motor da economia capitalista está acima de qualquer catástrofe humana que venha acontecer a um país dependente do capital internacional – fictício -, base estruturante do capitalismo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011