quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

COPENHAGUE OU SERIA "CAPENHAGUE"

A Conferência sobre o clima em Copenhague colocou os pingos nos "i's", mostrou que as nações desenvolvidas e as em desenvolvimento não abrem mão do crescimento devastador da natureza em detrimento ao crescimento econômico, resumindo em: se a catástrofe ambiental será só daqui a 50 anos as futuras gerações que se virem.

Mesmo que a conferência termine com a ratificação do Protocolo de Quioto já podemos afirmar que as discussões capengaram, pois até hoje as reais medidas para a redução de índices de emissão de CO2 estão muito aquém do que propõe o protocolo já aprovado. Um novo tratado mais agressivo no combate à poluição não passará de um documento político para saírem bem na foto.

No modo econômico capitalista de produção gerenciado por burgueses que se beneficiam da exploração do trabalho e do meio ambiente com o discurso falacioso de um desenvolvimento sustentável é o que eles precisam para continuarem no poder.

O único saldo “positivo” é a definição, pelos paises desenvolvidos, do que eles defendem, abrindo então um campo de batalha mais definido, Economia versus Meio ambiente.

Declarações de reacionários como a dada pela ex-governadora do Alasca e ex-candidata à vice-presidência pelo partido republicano, Sarah Palin, pediu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que "boicote" a cúpula sobre a mudança climática, que acontece em Copenhague (Dinamarca).

"Não podemos dizer com certeza que a atividade do homem causa mudanças climáticas", no entanto, "podemos dizer que qualquer possível benefício da proposta para a redução [das emissões] de gases estufa está longe de recompensar os custos econômicos".

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